SEJAM BEM VINDOS AO ESPAÇO INTERATIVO DA ESCOLA BELA FLOR

JUNTOS POR UMA EDUCAÇÃO DE EXCELÊNCIA!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Percentual de alunos com aprendizado adequado a série por cidade


http://ultimosegundo.ig.com.br/
Apenas 14,7% das crianças matriculadas no último ano do ensino fundamental no Brasil, incluídas as de redes públicas e particulares, sabem o mínimo esperado em matemática para esta etapa. Em língua portuguesa, são 26,2%. Entre os mais novos, que estão no 5º ano, o dado melhora um pouco: 32,5% atingem o aprendizado para esta série em matemática e 34,2% em português. Os dados de 2009 apresentados nesta terça-feira pelo Movimento Todos Pela Educação são medidos pela Prova Brasil, aplicada a estudantes pelo Ministério da Educação (MEC) a cada dois anos.
Se forem analisadas por cidade, uma novidade divulgada este ano pela organização, as estatísticas são ainda mais alarmantes. Para que seja possível analisar a relação entre o que os alunos aprendem e o que o MEC estabelece como básico para cada etapa, o iG elaborou uma ferramenta com os dados de cada município (veja abaixo).

Em nenhuma capital brasileira metade dos alunos alcançou o mínimo esperado para a série que cursava em 2009. Belo Horizonte, em Minas Gerais, foi a que teve melhor resultado entre as crianças do 5º ano, com 49% tanto em língua portuguesa como em matemática. No 9º ano, Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ficou na frente com míseros 18,9% em matemática e 38% em língua portuguesa. Macapá tem os piores resultados entre as capitais com o ponto mais baixo em matemática para o 9º ano, com só 3,6% dos estudantes sabendo o mínimo.
Alguns municípios não tiveram dados tabulados por não terem feito a Prova Brasil em 2009. Há também casos que devem ser vistos com parcimônia como cidades que tinham índices baixos até 2007 e chegaram a até 100% em 2010. A exemplo do que ocorre em outros rankings, alguns pequenos municípios se destacam, como Cândido Rodrigues, em São Paulo, e Cocal dos Alves, no Piauí.

O Movimento Todos Pela Educação apresenta a evolução brasileira na educação rumo a cinco metas estabelecidas pela ONG, desde 2006: 1) Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; 2) Toda criança plenamente alfabetizada ate os 8 anos; 3) Todo aluno com aprendizado adequado a sua serie; 4) Todo jovem com Ensino Médio concluído ate os 19 anos e; 5) Investimento em Educação ampliado e bem gerido.
Em relação à meta 3, a ONG usa os resultados da Prova Brasil. Como os últimos dados gerais conhecidos do Brasil ainda são os relativos a 2009, que já estavam no relatório de 2010 do movimento, os organizadores foram adiante este ano e detalharam os porcentuais por município.
Os dados do ensino médio não podem ser desmembrados por cidade porque não há uma prova universal para a etapa. Apenas algumas escolas fazem a Prova Brasil. Ainda assim, os dados já apresentados no ano passado mostram que apenas 90% dos estudantes da etapa não aprendem o mínimo há 10 anos.
O iG apresenta as informações na ferramenta abaixo com os filtros "5º ano - língua portuguesa", "5º ano - matemática", "9º ano - língua portuguesa" e "9º ano - matemática". Eles podem ser consultados por ordem alfabética ou de porcentual de alunos com o aprendizado adequado. Além do dado de 2009, que ranqueia as cidades, é possível ver qual era a porcentagem atingida na Prova Brasil anterior, de 2007. Também estão na ferramenta quais eram as metas feitas pelo Todos Pela Educação para 2009 e 2011 como o degrau que cada cidade deve subir a cada biênio para chegar a 70% em 2022 e 90% em 2030, ou seja, são uma maneira de saber se a evolução apresentada foi suficiente para chegar ao objetivo daqui a 10 e 18 anos.

I SEMANA DE AULA NA ESCOLA BELA FLOR 2012





Aula Inalgural na Escola Bela Flor 2012

A Escola Bela Flor convidou o Grupo de Teatro da Igreja Bastista Filadelfia para realização  de apresentações  teatrais no primeiro dia de aula de 2012. A intenção a   dos gestores é despertar nos alunos o desejo por atividades culturais  e por conseguinte  tarnar o ambiente escolar o mais prazeroso possível.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PROJETO FAÇA UMA FAMÍLIA FELIZ

A equipe gestora da Escola Bela Flor idealizaou o projeto faça uma criança feliz, com o objetivo de ajudar algumas famílias durante o perídodo natalino. Funcionários, pais e alunos abraçaram a causa, no que resultou em cerca de 20 sacalões contendo uma variedade de produtos (alimentos, brinquedos e panetone).
O gestor da escola deixa o seu muito obrigado a todos quantos abraçaram essa causa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Saiba como deve ser a mochila do seu filho

Na rotina do seu filho, seja ele ainda pequeno ou já adolescente, a mochila é um dos itens mais presentes e, portanto, exige atenção. Sempre carregada de material escolar, ela deve seguir normas de tamanho, peso e modo de uso para não oferecer nenhum risco à saúde da criança, que podem variar desde dores nas costas até danos vitalícios, como a lordose.
 
Entrevistamos o médico ortopedista Fabio Ravaglia, presidente do Instituto Ortopedia & Saúde e Diretor-Presidente da Arthros Clínia Ortopédica, e o ortopedista do Hospital do Coração, Sérgio Xavier, e reunimos as observações dos especialsitas.



A mochila ideal

- É importante que ela não possua muitos compartimentos. Esta característica faz com que a criança leve objetos desnecessários para a escola, como brinquedos. 

- Prefira os modelos que possuem duas alças e ambas devem ser sempre utilizadas pela criança.

- As alças devem ser acolchoadas, de preferência com enchimentos de silicone, e ajustadas de maneira que a mochila não fique abaixo da cintura da criança ou adolescente.

- Se a opção for a mochila com rodinhas, veja se o ambiente da escola é de fácil acesso e se as rodinhas não irão se tornar uma dificuldade para seu filho. As rodas mais largas também facilitam a locomoção: vão bem em diferentes terrenos e são mais fáceis para serem puxadas nas escadas. 

- No caso de mochilas com rodinhas, fique atento à altura da alça. Ela não deve obrigar o seu filho a se abaixar enquanto puxa a mochila.

- As bolsas de uso lateral não são recomendadas pois não distribuírem o peso dos objetos pelos músculos e abdômen da criança.
Tamanho e Peso

- O tamanho da mochila deve ser adequado à altura da criança, portanto os pais devem testá-la com a criança antes de comprá-la. Ela não deve ser maior que as costas.

- O peso da mochila vazia não deve ultrapassar um quilo. 

- Embora a OMS (Organização Mundial da Saúde) indique que o peso da mochila não deve ultrapassar os 7% do peso da criança, os especialistas indicam que o percentual máximo, que não oferece nenhum risco de lesão, é de 10%. Mais do que isso pode sobrecarregar a criança.

- Indique ao seu filho que distribua o peso de maneira equilibrada entre os compartimentos da mochila, para não haver focos de peso. 

- Sempre lembrar o seu filho de levar apenas o material necessário para o dia na escola. Como no modelo tradicional de escola do país não há armários para os estudantes, é muito importante verificar a arrumação da mochila diariamente. 

Modo de Usar

- Não usar a mochila apenas com uma das alças no ombro. Desta maneira, um dos lados do corpo será sobrecarregado. 

- Ajeitar o material da mochila de maneira que os objetos mais pesados fiquem ao fundo e rentes ao corpo da criança. 

- Não deixar as alças mais compridas, de modo que a mochila fique abaixo da cintura. Ela deve estar posicionada a oito centímetros acima da cintura, de preferência. 

- Para colocar e tirar a mochila é importante a criança colocar uma alça, apoiar a mochila no quadril, e depois colocar a outra alça. Além disso, se a mochila estiver no chão, a criança deve agachar e levantá-la com as duas mãos.

Riscos à saúde

- O uso incorreto e o peso em excesso podem acarretar efeitos colaterais como dores nas costas, provenientes de músculos, nervos, ossos ou articulações, postura incorreta e desvios na coluna vertebral. 

- A dor cervical, na nuca ou no pescoço, e a dor lombar baixa, próxima à cintura, também podem aparecer. 

- é possível a criança apresentar dor de cabeça, dores nos ombros ou dores nos braços.

- Com o decorrer dos anos, a criança que não utiliza a mochila de maneira correta pode desenvolver a cifose - que gera o aumento da “corcunda” – e a lordose.

Como ajudar seu filho a se adaptar na nova escola

Foto: Getty ImagesAmpliar
Professores novos e o ambiente diferente são as principais queixas das crianças
As escolas se transformam em um território desconhecido para as crianças no início do ano escolar. Os alunos vão precisar se adaptar aos horários, regras, rotina, professores e novos amigos. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente em um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa.
Os novos professores e o lugar estranho são as queixas mais frequentes das crianças. A psicopedagoga Maria Cecilia Galelo Nascimento Zaniboni fala da importância dos pais demonstrarem ao filho a confiança que depositam na nova escola e que eles acreditam que é a melhor escolha que fizeram para ele. “Mostre que é normal ter tais sentimentos neste momento de transição e que ele conseguirá superar e ainda gostará tanto ou até mais do que sua antiga escola. Deixe claro que também depende dele querer essa adaptação e, acima de tudo, pode contar os pais para ajudá-lo neste período.”

As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras. É interessante nunca fazer mudanças sem preparar a criança, ir com ela visitar o local e conhecer as pessoas que trabalham ali.
Maria Cecília lembra que as crianças maiores normalmente já têm percepção e maturidade para se adaptar de uma maneira mais tranquila.
Sem acordo
Se depois de dias ou semanas a criança continuar resistindo em frequentar as aulas, a presença dos pais na escola será obrigatória. Segundo Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em Psicopedagogia e Educação Especial, pode ser necessário solicitar uma conversa com a orientadora e pedir, sem aviso prévio, para ver o filho naquele momento.

“Às vezes, as crianças fantasiam ser mal tratadas para chamarem a atenção dos pais. Por isso é bom ir sem avisar. Se for manha da criança, dá para conversar, explicar que não é possível mudar de escola antes do meio ou do final do ano. Em geral, depois de um tempo maior, as próprias crianças não querem mais sair da escola”, explica ela.

As dificuldades mais comuns que as crianças enfrentam
- Falta de entrosamento com os novos colegas
- Adaptar-se a novas regras
- A dificuldade de entender o espaço físico da nova escola
-Não conhecer os professores e funcionários e, consequentemente, não se sentir segura e amparada
- A saudade da escola anterior, sentindo falta dos colegas, professores e funcionários, inclusive do espaço físico.
Como os pais devem lidar com os problemas de adaptação das crianças
- Ir a escola é obrigatório. E ponto final
- Se a criança tiver mais de seis anos, deixar que resolva entre duas ou três escolas escolhidas pelos pais, isso faz com que se sintam participantes. Mas escola sempre é uma decisão final que cabe aos pais, até o final do colegial
- Levar a criança até o local antes do início das aulas para que ela conheça o ambiente e, se possível, os professores. Isso diminuirá o impacto do primeiro dia de aula
-Em muitos casos são os pais que não se adaptam aos novos horários, lugares, normas e acabam transferindo isso indiretamente aos filhos. Portanto, escolhida a escola é proibido falar mal dela
- Se depois de muita conversa a criança fizer manha, deixe claro que estará esperando por ela na hora da saída e trate a situação com naturalidade.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

COMUNICADO

          Comunicamos a toda comunidade escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental  Bela Flor que no dia 03 de Fevereiro de 2012 às 17:00hs  acontecerá a primeira reunião do ano letivo. Na ocasião serão tratados assuntos de interesse de todos.


Sullivan de Lima Eduino
Gestor